Talvez você tenha conhecido a Auriculoterapia por uma fotografia de sementes coladas na orelha. Ou por um mapa cheio de pontos e correspondências. Essa é uma porta de entrada possível, mas revela apenas uma parte do que pode ser aprendido.
A prática ganha profundidade quando a orelha deixa de ser uma lista pronta de botões e passa a participar de uma investigação. A pessoa chega com uma queixa e também traz sono, digestão, emoções, rotina, dores, acontecimentos e uma maneira própria de reagir ao que vive.
Aprender Auriculoterapia envolve duas competências: conhecer regiões e formas de estímulo; e desenvolver raciocínio para decidir o que merece atenção naquele encontro.
